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Mostrando postagens de março, 2026

Público tem até o dia 29 de março para conferir o musical Ney Matogrosso, Homem com H no Teatro Porto, com sessões às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 17h. Com texto de Emílio Boechat e Marilia Toledo, vencedores do Prêmio Bibi Ferreira por este trabalho, o espetáculo tem direção de Marilia Toledo e Fernanda Chamma, com direção musical de Daniel Rocha. No palco, Renan Mattosinterpreta Ney Matogrosso, papel que lhe rendeu os prêmios Bibi Ferreira e DID 2022, além de indicação ao APCA. O ator divide a cena com outros 16 atores e uma banda ao vivo formada por seis músicos. A criação do espetáculo nasceu de uma aproximação direta com Ney Matogrosso. Segundo Marilia Toledo, a montagem surgiu depois que seus sócios, Marcio Fraccaroli e Sandi Adamiu, adquiriram os direitos para um longa-metragem sobre o cantor. “Eu logo pedi para que eles também adquirissem os direitos para levar a história para o teatro. Tivemos um almoço com o Ney, quando pudemos compartilhar com ele nossa visão sobre esse musical”, revela.

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Últimas sessões de Ney Matogrosso, Homem com H no Teatro Porto “Ney é um artista único, com uma visão cênica impressionante. Ele cuida de todas as etapas de sua performance. Além da escolha de repertório e banda, pensa no figurino, na iluminação, na direção geral. E, quando está em cena, transforma-se em diferentes personagens. Ele nunca estudou dança e, quando o assistimos, parece que nasceu sabendo dançar. Mas ele jamais se coreografa. É sempre um movimento livre”, admira-se. Já para Renan Mattos é extremamente desafiador interpretar uma figura tão importante para a nossa cultura. “O Ney é um ser camaleônico, tem um lado íntimo reservado, mas ao mesmo tempo é catártico no palco e apresenta um leque de personas a cada música. Cada uma dessas personas tem algo de místico, de misterioso, de selvagem, um ser ‘híbrido’ como definido por muitos, indecifrável. Então eu não me sinto interpretando o Ney e sim pedindo licença e pegando emprestado tudo aquilo que ele transformou na músic...

Artes & Espetáculos : SP- A exposição OUNJE – Ocupação Artística sobre Comida, Ancestralidade e Gestão Feminina Negra entra nas últimas semanas, com vistação gratuita até 28 de março, no Instituto Çarê, localizado na Vila Leopoldina. A ocupação reúne obras e ações que articulam arte, memória e práticas de gestão feminina negra a partir da relação entre comida e ancestralidade.

Capulanas Cia de Arte Negra apresenta últimas semanas da ocupação OUNJE no Instituto Çarê, na Vila Leopoldina A exposição OUNJE – Ocupação Artística sobre Comida, Ancestralidade e Gestão Feminina Negra, concebida e produzida pela Capulanas Cia de Arte Negra, segue em cartaz no Instituto Çarê até o dia 28 de março, com entrada gratuita. A ocupação reúne obras e ações que articulam arte, memória e práticas de gestão feminina negra a partir da relação entre comida e ancestralidade. “Ounje”, palavra de origem iorubá que significa “comer junto”, dá nome à ocupação que transforma o espaço expositivo em território de memória, afeto, organização e luta. A partir da comida como eixo central, o projeto propõe uma reflexão histórica sobre o papel das mulheres negras na gestão da vida comunitária, destacando a “casa do preparo” como espaço estratégico de administração de recursos, transmissão de saberes e construção de redes de cuidado e de resistência cultural. A exposição também resgata e...